16 Outubro, 2009

Entrevista com Eugênio Trivinho


Pra quem, como eu, não teve a oportunidade de ler, segue o link da entrevista com o Prof. Eugênio Trivinho, presidente da ABCIBER e um dos pensadores da Cibercultura no Brasil. Para ter uma idéia da tônica da entrevista, o título é "A Inclusão Digital é Uma Utopia". Particularmente concordo com quase tudo que esta dito, principalmente em relação ao Twitter.

http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2081/artigo152719-1.htm


Powered by Qumana


06 Outubro, 2009

Totem Digital - Parte 4

Continuando o relato do projeto Totem digital slecionado no edital de cultura digital da Funceb, hoje, refiz os orçamento juntamente com Maurício Lídio da Ascom e tive a grata surpresa de sobrar um verba que foi alocada para mais um mês do projeto no Solar do Ferrão. Portanto ao invés de 03 meses serão 4 meses de fevereiro à maio de 2010. Mais diligências e um prazo de 10 dias para realizar, sorte que a mudança no ofício do Solar já foi adiantada pela ajuda sempre solícita do Assessor da Dimus, Ítalo Armentano. Obrigado, Ítalo !


Powered by Qumana


TV com bluetooth

INFO Online - Plantão INFO 06/10/09 18:57
SÃO PAULO - A TV Scarlet II 47LH70YD, da LG, vem com Bluetooth para o uso de fones sem fio e toca vídeos em 1080p direto de pen drives. ( Airton Lopes, da INFO )


Powered by Qumana


29 Setembro, 2009

Near-Field Communication

Vídeos produzido pelo Mobile Lab do MIT mostra um dia na vida de uma estudante utilizando a tecnologia de comunicação (?) entre aparelhos celulares e outros dispositivos. Desde uma simples ligação até transações monetárias pode ser realizada aproximando dispositivos que possuem esta tecnologia. Muito próximo do que tenho tentado pensar em relação à comunicação locativa. Digo próximo pois no Near-Field Communication a troca de dados entre os dispositivos é feita independente do local onde eles se encontrem. Muitas vezes a informação trocada nada tem a ver com o lugar onde esta sendo feita esta troca. Na comunicação locativa o lugar assume um papel de relevância no processo de comunicação, difere da NFC mas tb da comunicação de massa e da comunicação de nicho. Vejam o vídeo:

video

25 Agosto, 2009

Mobilidade nem boa, nem má... necessária?



Artefatos digitais móveis permitem a mobilidade do homem (física), a mobilidade da informação (virtual/ubiquidade), a mobilidade do suporte (portabilidade/pervasividade), permitindo além do consumo, condição já assimilada na comunicação, a produção de conteúdo em mobilidade como é o caso dos jornalistas móveis (FIRMINO, 2007). No entanto em alguns casos esta nova condição pode ser determinante aos gerar consequências construtivas ou desconstrutivas. Vejamos o exemplo dos comerciantes em Gana (artigo publicado no livro "Handbook of Mobile Communication" de James Katz, 2009). antes dos celulares, os comerciantes necessitavam viajar para comprar produtos dos produtores e depois vendê-los aos distribuidores. Toda esta transação era feita através de bilhetes, cartas e correio. O comerciante "perde" a mobilidade física, ou seja, não precisa mais se deslocar, agora quem se descloca é a informação. Porém, ganha com a mobilidade do suporte (aliada a uma certa mobilidade física) já que pode ser encontrado em qualquer lugar, a qualquer hora, contanto que esteja dentro de uma área de cobertura.



Em outro artigo, o profissional de saúde também pode ser encontrado em qualquer lugar a qualquer hora beneficiando sua profissão chegando a atender duas ou mais pacientes a partir de um mesmo lugar. Orinetações também podem ser passadas via telefone celular, mas nunca irão substituir a presença de um médico no local onde o paciente está.



Já no artigo que trata do uso do celular em uma comunidade de baixo poder aquisitivo é descrito como a "mobilidade física" pode ser prejudicial aos "relacionamentos", principalmente em relação à "falha e falta de sinal" (falta da mobilidade virtual) que já é interpretado pelos parceiros, em muitos casos, como algo "estranho acontecendo".



Portanto, querendo ou não os artefatos estão espalhados pelo mundo, no Brasil já ultrapassamos os 160 milhões, e no mundo chegaremos aos 4 bilhões até o final do ano (fonte: site teleco.com.br). É inegável a importância deles e o impacto gerado de forma diferenciada nas diversas regiões do mundo permitindo acessibilidade, circulação de informação, coordenação de multiplas tarefas, ampliação de redes de relacionamento (pessoal e profissional) entre outras aplicações.